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quinta-feira, 29 de maio de 2025

POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL RECEBE DOIS MILHÕES E MEIO DE REAIS EM EQUIPAMENTOS, EM JOINVILE


Na manhã desta quarta-feira, dia 29, a 2ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental realizou uma solenidade em comemoração aos 190 anos da PMSC e aos 32 anos de instalação da Polícia Militar Ambiental em Joinville, que contou com a presença do Comandante-Geral da Polícia Militar de Santa Catarina, Coronel Emerson Fernandes; do Comandante do Comando de Polícia Militar Ambiental, Coronel Fabrício Berto da Silveira; o Comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, Tenente-Coronel Alexandre Alberto Kleine; e do prefeito municipal de Joinville, Adriano Silva.



No evento, realizado no Joinville Iate Clube, foi realizada a entrega de diversos equipamentos, viaturas e uma embarcação para a 2ª cia do 1º batalhão de polícia militar ambiental, avaliados em cerca de dois milhões e meio de reais. Também foi feita entrega de minuta de convênio a ser celebrado entre a Prefeitura Municipal de Joinville e a Polícia Militar Ambiental.



A nova embarcação foi batizada com o nome VALLE, em homenagem ao falecido 2º Sargento Osmar Felício Ferreira do Valle, uma das grandes referências no policiamento ambiental embarcado da Polícia Militar Ambiental de Joinville, que atuou por muito tempo no serviço de fiscalização aquática, dedicando sua vida à proteção do nosso litoral. Os familiares do sargento estiveram na solenidade e foram homenageados em agradecimento por consentirem com o uso do nome do Sargento Valle para honrar a nova embarcação da Polícia Militar Ambiental.



Graças a um TAC celebrado por meio do Ministério Público Federal em Joinville, foi destinada uma embarcação avaliada em um milhão e setecentos mil reais para o aprimoramento do policiamento aquático preventivo da polícia militar ambiental, especialmente no litoral norte do estado, onde atenderá as mais variadas ocorrências, como pesca ilegal, fiscalização de reservas ambientas, fiscalização de construções irregulares nas orlas, resgate e soltura de animais presos em redes, bem como, apoio a outros órgãos ambientais.


Em virtude de outro TAC, este celebrado por meio da 21ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joinville, foram destinados cerca de oitocentos mil reais em equipamentos, incluindo três viaturas, um quadriciclo, inúmeros equipamentos para o resgate de animais silvestres e computadores de última geração para atividades de inteligência.


Por fim, foi realizada a entrega da minuta do primeiro convênio da história da 2ªCIA/1ºBPMA com a Prefeitura Municipal de Joinville. A minuta do convênio apresentada segue um modelo já consolidado e de sucesso, similar aos convênios de radiopatrulha habitualmente celebrados entre as prefeituras e as OPMs de área: após a sua aprovação e assinatura, a Prefeitura de Joinville repassará um valor à 2ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental; em contrapartida, a Polícia Militar Ambiental reforçará as ações de parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente nas fiscalizações ambientais que são realizadas na área de proteção ambiental da Serra Dona Francisca, bem como as ações de educação ambiental no município.

Polícia Militar e Gaeco realizam operação contra desmatamento ilegal em área de Mata Atlântica


Na manhã desta terça-feira, 27, Polícia Militar de Santa Catarina, por meio do Comando de Polícia Militar Ambiental, e o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) deflagaram a Operação "Silvam Vindicat". A ação cumpriu sete mandados de busca e apreensão, com foco na apreensão de equipamentos destinados à extração ilegal de madeira e equipamentos eletrônicos dos investigados na região do Alto Vale do Itajaí. 

A ação teve como foco o combate a uma organização criminosa envolvida na extração ilegal de madeira nativa em área de Mata Atlântica, no município de Santa Terezinha, que possui cerca de 12 mil hectares.


As investigações apontaram o desmatamento de mais de 1.200 hectares, além do uso de estruturas clandestinas, como serrarias móveis, acessos irregulares e depósitos escondidos na vegetação. Desde 2007, o Comando de Polícia Militar Ambiental já realizou 31 autuações na área. A recorrência das infrações e os indícios de atuação de uma organização voltada à exploração ilegal da área motivaram o desencadeamento da operação, que também apurou práticas de violência, fraudes fundiárias e atos de sabotagem contra o projeto da futura Reserva Ecológica Parolin.

A operação contou com a participação de 77 policiais, 21 viaturas e uma aeronave. Como resultado, foram lavrados quatro autos de prisão em flagrante e apreendidos nove armas de fogo, 99 munições, dois caminhões, sete tratores, oito motosserras, duas serrarias móveis, 13 serra fita, cinco celulares, rádios comunicadores e aproximadamente 50 metros cúbicos de madeira.


O Ministério Público de Santa Catarina dará prosseguimento às investigações, com acompanhamento das denúncias e responsabilização dos envolvidos.

A expressão Silvam Vindicat, do latim, significa “A floresta reivindica”, fazendo referência simbólica à proteção da natureza, justamente no dia em que se celebra a Mata Atlântica, 27 de maio.

quarta-feira, 16 de abril de 2025

AÇÃO RÁPIDA: GUARNIÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL DE JOINVILLE PRENDE DOIS HOMENS APÓS FURTO DE VEÍCULO


Na manhã desta terça-feira, dia 15, no bairro Pirabeiraba, uma guarnição de serviço da Polícia Militar Ambiental de Joinville prendeu dois homens em flagrante pelo furto de um veículo.


O veículo havia sido furtado ainda no dia 12/04/2025, em Balneário Camboriú. 

Após o crime, a Polícia Militar iniciou as buscas, localizou o automóvel em Joinville e iniciou o acompanhamento dos suspeitos.


Ao perceberem que seriam abordados, os autores abandonaram o veículo e fugiram a pé, chegando a solicitar um carro de transporte por aplicativo para tentar despistar as guarnições.


Todas as informações sobre o acompanhamento estavam sendo repassadas via rádio para as demais equipes da região, incluindo a guarnição da Polícia Militar Ambiental que, por conhecer bem a área, deslocou-se até o ponto provável de fuga dos suspeitos e passou a abordar diversos veículos ocupados por indivíduos com características semelhantes às dos autores.


Por fim, os policiais ambientais abordaram um veículo Sandero preto, onde estavam os dois fugitivos. Com eles, foram encontrados módulos e aparelhos utilizados na prática do crime, o que reforçou a identificação dos autores.


Ambos foram presos em flagrante e conduzidos à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais.

terça-feira, 25 de março de 2025

Polícia Militar Ambiental de Joinville realizou um ciclo de palestras com a comunidade pesqueira das regiões do Vigoreli, Cubatão, Garuva e Itapoá.


 A Polícia Militar Ambiental de Joinville,em parceria com a Delegacia dos Portos de São Francisco do Sul e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), realizou um ciclo de palestras com a comunidade pesqueira das regiões do Vigoreli e do Cubatão, no Município Joinville, e também com pescadores de Garuva e Itapoá.


Nas palestras, foram tratados assuntos referentes a fiscalização pesqueira na Baía da Babitonga, a regularização de embarcaçoes pela Marinha do Brasil e a tributação e previdência dos pescadores artesanais.



O evento foi realizado na localidade da Vigoreli, na data de hoje, 24 de março, das 14 às 18 horas, e contou com a presença de cerca de 150 pescadores.



terça-feira, 18 de março de 2025

Polícia Militar e Cidasc soltam pássaros silvestres e impedem torneio ilegal de canto em SC

 


A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), através do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, impediu a realização de um torneio ilegal de canto de pássaros silvestres no bairro Monte Verde, em Florianópolis, na manhã de domingo, 16. Durante a ação, participantes tentaram fugir pela mata, e o responsável pelo evento conseguiu escapar. Diversos frequentadores foram autuados, e as aves apreendidas foram soltas em área adequada.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram um portão improvisado com cadeado, o que dificultou a abordagem e permitiu que alguns participantes fugissem para a mata. Após superar o obstáculo, a equipe identificou os frequentadores, mas o organizador do torneio conseguiu escapar antes de ser qualificado. Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração ambiental contra diversos envolvidos.



Durante toda a operação, esteve presente a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), responsável pela fiscalização sanitária deste tipo de evento. Após a conclusão da ação e apreensão dos animais, foi emitido um laudo autorizando a soltura das aves, entre elas coleiras e trinca-ferros, em razão das boas condições de saúde. A soltura ocorreu na localidade de Maciambú Pequeno, no município de Palhoça, em uma área compatível com as necessidades alimentares das espécies.



Em Santa Catarina, a realização de torneios com aves silvestres é regida pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR), conforme a Portaria SAR nº 16/2024, que estabelece condições para a realização desses eventos. A atividade depende de autorização dos órgãos ambientais competentes, como o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) ou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).



A captura, posse e transporte de aves silvestres são regulamentados pela legislação ambiental para garantir a proteção da fauna. Para que esses eventos ocorram de forma legal, é necessário que os organizadores obtenham as licenças apropriadas, assegurando que as aves participantes não estejam em risco de extinção e cumpram as normas de bem-estar animal.

Dessa forma, a Polícia Militar Ambiental fiscaliza essas atividades rigorosamente e busca conscientizar a população sobre a importância de respeitar as leis ambientais. Essas ações são essenciais para promover a sustentabilidade e garantir a preservação da fauna em Santa Catarina.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

OPERAÇÃO DONA FRANCISCA cumpre mandados no Costa e Silva, Rio Bonito, Pirabeiraba e Rio do Julio


No decorrer de operações de inteligência conduzidas pela Polícia Militar Ambiental, foi identificada uma comunidade organizada de caçadores atuantes na Área de Proteção Ambiental (APA) Dona Francisca. A partir daí, foram realizadas diversas incursões e patrulhamentos no interior da APA, resultando no mapeamento e catalogação de diversos ranchos utilizados para a prática da caça ilegal.


Durante esse período, a prisão de um dos alvos da operação possibilitou a identificação de outros integrantes do grupo, que também atuavam na caça clandestina na região. Evidências levantadas ao longo da apuração indicam que os suspeitos operavam de forma sistemática, utilizando estruturas fixas e métodos de caça predatórios, representando uma grave ameaça à fauna local e ao equilíbrio ambiental da APA Dona Francisca.


Diante dos fatos apurados, no dia de hoje, 27 de fevereiro de 2025, foi deflagrada a Operação Dona Francisca, cujo nome faz referência à área de proteção ambiental que vinha sendo alvo das atividades ilegais do grupo investigado.


A operação mobiliza um efetivo de 45 policiais militares, distribuídos em 11 viaturas, para o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário. As equipes atuam em locais previamente mapeados, visando a apreensão de armas, munições, armadilhas e outros equipamentos utilizados na caça ilegal, bem como a coleta de provas que possam levar à responsabilização dos envolvidos.


Além dos policiais da Polícia Militar Ambiental, importante frisar que contamos com o apoio de uma guarnição do Tático e uma guarnição do canil do 1º Batalhão de Pronta Resposta de Joinville.


terça-feira, 5 de novembro de 2024

Polícia Militar Ambiental e Polícia Federal deflagram operação no combate à atividade de caça ilegal no Parque Nacional da Serra do Itajaí

 Na madrugada de hoje (05/11), a Polícia Militar Ambiental (PMA) de Santa Catarina em conjunto com a Polícia Federal, deu início a Operação Pelznickel para desarticular uma rede de caçadores que atuava no interior do Parque Nacional da Serra do Itajaí (PARNA ITAJAÍ), uma unidade de conservação de proteção integral da União, inserida no bioma Mata Atlântica. A reserva abrange nove municípios catarinenses: Apiúna, Ascurra, Blumenau, Botuverá, Gaspar, Guabiruba, Indaial, Presidente Nereu e Vidal Ramos.


Na ação, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal em Joinville, em residências de investigados nas cidades de Blumenau, Guabiruba, Indaial e Rio dos Cedros.



A Operação é resultado de ações de inteligência iniciadas em novembro de 2023 pela Polícia Militar Ambiental, que identificaram a ação reiterada de diversos indivíduos praticando a caça ilegal no parque federal: a PMA identificou grupos criminosos que praticavam o crime em diferentes horários do dia e abatiam diversos animais silvestres, como veados, quatis, catetos, pacas, cutias, aves, tatus e macacos.


A Polícia Militar Ambiental ainda descobriu que os caçadores utilizavam armadilhas, cães de caça, GPS e outras tecnologias para a prática da caça clandestina. O grupo criminoso também possuía membros que atuavam como “olheiros”, cuja função era avisar os caçadores ao detectar a presença dos órgãos de fiscalização.



Os envolvidos responderão por crimes contra o meio ambiente, porte e posse ilegal de arma de fogo e envolvimento em organização criminosa voltada à prática ilegal de caça.


O nome “PELZNICKEL” da operação foi inspirado em uma lenda folclórica da região de Guabiruba. O PELZNICKEL é uma figura mítica, coberta de folhas ou trapos e adornada com chifres, que assusta tanto crianças quanto adultos, do mesmo modo que os caçadores alvos da operação tem assolado e incomodado a comunidade da região.


A Operação mobilizou 59 policiais militares ambientais e 55 policiais federais, bem como 17 viaturas da PM e 17 viaturas da PF.

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Polícia Militar Ambiental deflagrou a Operação Sapajus

 


Na madrugada desta quinta-feira, dia 26/09, a operação, comandada pelo 2º Pelotão da 2ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, sediado em Blumenau, está sendo realizada em parceria com a Polícia Civil e o IMA.


Após receber denúncias de um grupo de caçadores que estaria compondo uma comunidade de caçadores atuante no município de Rio dos Cedros, a PMA da região realizou ações de inteligência, constatando que o grupo estaria utilizando uma propriedade rural como local para turismo de caça. Durante as diligências, foi resgatado um macaco prego que havia sido capturado em uma das armadilhas utilizadas para captura de animais silvestres, o que motivou o nome da operação.


A Operação de hoje tem o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão contra os alvos identificados como integrantes do grupo. Estão sendo abordados 8 alvos no município de Rio dos Cedros.


Além dos policiais militares da 2ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental (de Joinville, Blumenau e Rio do Sul), contamos também com o apoio de policiais militares da CPT e do Canil do 10º Batalhão de Polícia Militar, de Blumenau, além dos policiais civis e dos servidores do IMA.

foram apreendidos 

Celulares: 13, MBA Cumprido: 8, Alvo presente: 5 APF: 4,  Presos em flagrante: 5 , Armas de Fogo: 23
Munições: 902, Carcaça de animais : 50 Kg e 7 bicos de tucano , Armadilhas: 2 , Apitos: 13
Supressor de ruídos: 2 , Lunetas: 7 , Colimador: 1 , GPS: 4 , Coleira GPS (Cães): 8
Radios comunicadores: 5 .

confira o vídeo : entrevista  com Capitão  Róbson Dias Salvitraz 





quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Policia Militar Ambiental de Joinville recebe denuncia sobre incêndio no final de semana nos campos do Quiriri

 


campistas teriam feito fogueiras causando dano ao meio ambiente e incêndio em veiculo.

Major Ruy fala sobre a ocorrência

vídeo :



a denuncia foi encaminhada a Policia Civil 






quinta-feira, 29 de agosto de 2024

MPSC e Polícia Ambiental divulgaram o balanço da Operação Axolote em Santa Catarina, Paraná e São Paulo

 


               Os 27 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Santa Catarina, Paraná e São Paulo


Após a deflagração da Operação Axolote, na manhã desta quarta-feira (28/8), o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e a Polícia Militar Ambiental (PMA) fizeram uma coletiva de imprensa na sede da PMA em Joinville para apresentar um balanço da ação, que foi conduzida pela 21ª Promotoria de Justiça com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO). 



A operação teve como objetivo combater e desmantelar uma organização criminosa responsável por comércio ilegal e maus-tratos de animais silvestres e exóticos, atuando em diferentes estados, com clara organização e divisão de tarefas. Vinte e sete mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.  

Durante a coletiva de imprensa, o MPSC e a PMA informaram que cinco autos de prisão em flagrante foram expedidos, 82 animais silvestres ou exóticos foram apreendidos, nove termos circunstanciados foram registrados, uma arma de fogo foi apreendida e 41 ovos de jabuti foram resgatados. Além disso, 14 telefones celulares, 199 munições e 10 documentos e anotações foram apreendidas na operação até o fim da manhã de quarta-feira. 



Entre as espécies apreendidas até o momento estão as seguintes: arara, papagaio, falcão, periquito-de-colar, jabuti, tangará, periquito, aracuã, araponga, macaco, ouriço pigmeu africano, jacu, calafate, calopsita, azulão, canário, veado, rosela, trinca-ferro, coleiro, mandarim, emu, jiboia, cobra-real, pogona, tarântula, sanhaço, gaturamo-verdadeiro, pintassilgo, tico-tico-rei, coleirinho, sabiá-laranjeira, canário-da-terra, coleiro-baiano, curió, tartaruga-tigre-d'água, sabiá-barranco e periquitão-maracanã. 

A Promotora de Justiça Simone Cristina Schultz, titular da 21ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joinville, destacou que a operação é fruto de uma atuação em conjunto do MPSC, da Polícia Militar Ambiental e do GAECO, que resultou na apreensão de dezenas de animais silvestres e exóticos em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Esses animais, em grande parte, estavam em situação degradante, sofrendo crueldade e maus-tratos. Na operação ainda foram identificadas a venda e o comércio ilegal desses animais. Ela disse também que esses animais foram encaminhados para os órgãos de proteção ambiental. "Agora será feita uma avaliação da condição de saúde destes animais e, da parte das aves, as que tiverem condição serão devolvidas a seu hábitat", explicou.



A operação é resultado de uma fiscalização ambiental realizada pela PMA de Santa Catarina em 2022 que desencadeou a investigação do envio de animais silvestres e exóticos de diversas espécies do estado de São Paulo para Santa Catarina e Paraná, com o objetivo de serem ilegalmente comercializados. Dadas as péssimas condições de depósito, transporte e cuidados, foram identificados eventos de maus-tratos e até morte de diversas espécies, o que serviu para justificar as ordens judiciais expedidas pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Joinville. 



O Major Ruy Florêncio Teixeira Junior, comandante da Polícia Militar Ambiental de Joinville, ressaltou que "essa foi a maior operação de cumprimento de mandado de busca e apreensão da história da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina". "A partir do atendimento de uma ocorrência em 2022, vimos o vulto do ilícito em que estariam envolvidos. Fizemos contato com o MPSC e o GAECO e, de pronto, corroboraram com os nossos esforços para garantir a análise de todo o material apreendido na ocorrência daquele ano. Esse trabalho ensejou a operação desta quarta-feira", disse. 

A operação abrangeu os municípios catarinenses de Araranguá, Balneário Camboriú, Barra Velha, Itajaí, Joinville, Navegantes, Palhoça, Penha, Santo Amaro da Imperatriz e Timbó. Já no estado de São Paulo, houve o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas cidades de Arthur Nogueira, Diadema, São Paulo e Sorocaba, além de em Curitiba, no Paraná. 



Sobre a atuação da PMA na operação, o Tenente-Coronel Alexandre Alberto Kleine, comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar de Santa Catarina, comentou que foram desenvolvidos trabalhos para desarticular redes de comércio irregular, guarda e manutenção de animais em cativeiro. "Foram, ainda, feitas prisões por armamentos e munição irregular e o resgate de diversos animais sem licença ou permissão", apontou. 


Axolote 

O nome da operação faz referência ao axolote, um anfíbio endêmico dos lagos do México que foi avistado durante as investigações. Esse animal, conhecido por sua capacidade única de regenerar membros e até partes do cérebro, simboliza a resiliência e a renovação, características que se alinham aos objetivos da operação. Atualmente, o axolote está criticamente ameaçado de extinção devido à poluição, à perda de habitat e à introdução de espécies invasoras em seu ambiente natural. 

Apoio 

Prestaram apoio ao GAECO a Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina, a Polícia Militar Ambiental de São Paulo e a Polícia Civil do Paraná, por meio da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente de Curitiba. 

 

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Deflagrada a maior operação de cumprimento de mandados da história da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina

 

Iniciada na manhã desta quarta feira a Operação Axolote. Trata-se de uma operação integrada com o GAECO, para o cumprimento de 27 mandados de busca e a preensão simultaneamente em alvos distribuídos em três estados (Santa Catarina, Paraná e São Paulo).

No Estado de Santa Catarina, os mandados serão cumpridos nos municípios de: Araranguá, Balneário Camboriú, Barra Velha, Blumenau, Itajaí, Joinville, Navegantes, Palhoça, Penha, Santo Amaro da Imperatriz e Timbó.

Trata-se da maior operação de cumprimento de mandados da história da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina e se iniciou a partir de uma ocorrência atendida em 2022 pela Polícia Militar Ambiental de Joinville e das atividades de inteligência desenvolvidas aqui na 2ªCIA/1ºBPMA. A partir dessas atividades, e dado o vulto dos ilícitos identificados, unimos forças com o GAECO e o Ministério Público para aprofundar as diligências e investigações que resultaram na operação de hoje.

terça-feira, 6 de agosto de 2024

Polícia Militar verifica denúncia de caça ilegal e apreende arma de fogo

 

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio dos policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), realizaram na tarde de segunda-feira, 5, atendimento de denúncia de caça ilegal nas proximidades de uma fazenda no interior do município de Irani. No local haviam reiteradas denúncias de invasão de propriedade e caça ilegal de animais silvestres.

No local a guarnição visualizou marcas de pneus na estrada e uma caminhonete com um homem ao lado, sendo realizada em seguida busca pessoal e veicular.

A aproximados 10 metros do local da abordagem foi encontrado uma bolsa plástica de ração para cães contendo uma garruncha de metal calibre 32, sete munições de espingarda calibre 32, duas coleiras de cães com GPS, 2 GPS e um facão com bainha.

Em busca veicular, foram encontrados dez cães sem raça definida na caçamba. O homem que estava no local admitiu não possuir registro ou autorização para o porte da arma de fogo e nem para manejo de fauna exótica no local em que estava.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao homem que foi conduzido e entregue na delegacia de Polícia Civil do município de Irani, juntamente com o veículo, os objetos e os cães.

quinta-feira, 25 de julho de 2024

Operação Caça resulta na apreensão de três armas de fogo

 


Na tarde de terça-feira, 23, a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio do Comando de Polícia Militar Ambiental (CPMA), prendeu um homem por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e munições. A ação foi registrada durante o cumprimento da operação Caça na localidade de Fundo da Pitiça, interior do município de Bom Jardim da Serra.

Durante a operação os policiais militares abordaram um homem e, na busca pessoal, foram localizadas munições nos bolsos e próximo do local uma espingarda calibre 20.

Ainda durante as buscas, foi encontrado mais uma espingarda calibre 28 e uma espingarda calibre 12, além de 164 cartuchos intactos e 310 cartuchos deflagrados de diversos calibres, bem como um frasco de chumbo, um frasco de pólvora e uma cartela de espoleta para recarga de munições.

O envolvido informou que não possuía a documentação das armas de fogo. Diante dos fatos, foi dado voz de prisão ao envolvido e conduzido à delegacia de Polícia Civil, juntamente com os objetos apreendidos, para os procedimentos cabíveis.

segunda-feira, 22 de julho de 2024

Operação flagra criação ilegal de galos e em situação de maus tratos



 Na manhã desta segunda-feira, 22, a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio do Comando de Polícia Militar Ambiental (CPMA), desmantelou uma operação de criação ilegal de galos e em situação de maus tratos em Lages. Durante a ocorrência, também foram encontrados objetos e local de rinha para os animais.

A ação foi realizada durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Lages. Durante a missão, foi identificado o local, dado ciência ao morador da residência da ordem judicial e iniciadas as buscas conforme determinação.



No local foram encotnrado e apreendidos esporas plásticas, apetrechos "caneleira" e capas para transporte com a inscrição "Galo Combate". Além disto, foi localizado um "rinhador", com diâmetro de três metros, uma estrutura de "rinhador", de mesmo diâmetro, e um aparelho celular.



Na parte externa existia um lugar específico para criação dos galos de raça Mura Brasileiro, possuindo 36 galos em baias separadas e, em outro local, oito baias com quatro galos, sendo que alguns animais apresentavam mutilações e lesões comuns a galos de briga, como nas cristas e nas barbelas.O envolvido apresentou um certificado de criador da raça Galo Mura Brasileiro, expedido pela Associação Catarinense dos Criadores e Preservadores de Aves de Raça Combate, com validade até 03/2025. A guarnição acionou a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) para fiscalização, sendo verificado que o envolvido não possuia o cadastro para a criação dos animais junto à Cidasc e a propriedade fiscalizada é localizada em perímetro urbano, sem autorização.

vídeo 



Diante dos fatos e os indícios que as aves são utilizadas na prática ilegal de rinha de galo, a Polícia Militar Ambiental e a Cidasc realizaram os procedimentos pertinentes conforme legislação ambiental em vigor.


quarta-feira, 17 de julho de 2024

Batalhão de Polícia Ambiental orienta como proceder entrega voluntária de animais silvestres

 Nesta semana, o Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) da Polícia Militar do Paraná (PMPR) divulgou para a população orientações importantes sobre como proceder para a entrega voluntária de animais silvestres. De acordo com a Lei 9.605/98 e o Decreto n. 6.514/08, ter um animal silvestre em casa sem licença é considerado crime. 


Para manter qualquer animal silvestre em cativeiro é necessário comprovar a origem legal do animal, seja através de uma autorização de um órgão ambiental ou uma nota fiscal de um estabelecimento licenciado. Quem possui um animal silvestre sem licença ou tenha recebido um de presente pode devolvê-lo sem incorrer em penalidades. A devolução voluntária não acarreta punição e é a maneira recomendada de lidar com a situação, uma vez que animais sem origem legal ou licença não podem ser regularizados.



O Batalhão de Polícia Ambiental orienta a população a não soltar esses animais na natureza, pois eles não estão preparados para sobreviver sozinhos e precisam passar por um processo de readaptação. Em caso de dúvidas, é recomendado entrar em contato com órgãos ambientais como o Instituto Água e Terra (IAT/PR) ou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).



Após a entrega voluntária ao IAT, os animais serão avaliados por uma equipe técnica. Dependendo das condições do animal, ele poderá ser encaminhado para soltura ou para empreendimentos de fauna licenciados pelo IAT, como criadouros conservacionistas, criadouros científicos, mantenedores de fauna, entre outros. É importante destacar que, após a entrega voluntária, não é possível acompanhar o destino do animal, mas o bem-estar dele é sempre priorizado.



Para o Comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, tenente-coronel Sérgio Eduardo Nascimento Plácido, a retirada de animais da natureza e o tráfico de animais silvestres, além de serem condutas tipificadas como crime, são algumas das principais causas de extinção de espécies no planeta. "É importante que a comunidade não colabore com o agravamento desse problema, pois o lugar dos animais silvestres é na natureza", acrescentou o comandante.



DENÚNCIAS - Para denunciar crimes ambientais no Paraná, além dos canais disponibilizados pelos demais órgãos de fiscalização e controle, a população pode utilizar o número de emergência 190, o Disque Denúncias 181 e o Aplicativo 190 PR, disponível para download nas plataformas digitais.